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A matriz mostra oito padrões de agentes. Em cada cartão, a primeira linha é o gatilho, a frase típica do problema. Abaixo dela vêm o padrão indicado e o que ele entrega.
O primeiro grupo traz os padrões simples, single task e workflow, que dão valor rápido com baixo risco. O segundo mostra os extremos de controle: human in the loop, quando o erro é caro, e autonomous decision, quando a velocidade exige um loop fechado com guardrails. Quanto maior o risco do erro, menos autonomia se deve dar.
Os dois últimos grupos trazem o que se soma ao agente: conhecimento (RAG), ação (tool use), continuidade (memória) e colaboração (multi-agent). Esses padrões podem ser combinados, e um agente real costuma misturar vários deles. O RAG reduz alucinações, mas só se a busca e os documentos forem bons.
Primeiro leia o gatilho, depois escolha o padrão e só então construa o sistema.