No centro está Context Engineering: a prática de selecionar, moldar e organizar o que entra no context window do modelo. Não é só escrever o prompt, mas projetar o pipeline de informação que chega ao LLM em tarefas multi-step, com tools, memória e documentos.
Do lado esquerdo, o limite de tokens do Context Window obriga a escolher o que entra. Do lado direito, o Agent Memory (working, episodic, semantic e procedural) fornece histórico, fatos e habilidades quando necessário. No topo ficam as quatro técnicas principais: summarization condensa, pruning remove o que é obsoleto, tool loadout limita as ferramentas visíveis e RAG busca informação externa sob demanda.
Embaixo, um contexto relevante, suficiente e bem estruturado melhora a qualidade da saída. Já um contexto envenenado (poisoning), longo demais (distraction), ambíguo (confusion) ou contraditório (clash) a degrada. Muitas falhas de LLM têm origem aí, embora não todas.
- Para melhorar um agente, ajuste o que carrega, como carrega e quão clara é a estrutura do contexto.