O agente principal (Sol) usa o modelo mais forte, com effort alto, para planejar e escrever código. É o mais caro por token, por isso o desenho tenta chamá-lo só quando necessário.
Cada decisão passa pela camada de fork, que estima uma confiança. Acima do limiar (sharp), o passo roda direto em código, sem chamar o modelo: "qual arquivo" com 0,91 e "qual ferramenta" com 0,82 são exemplos. Abaixo do limiar (split), a decisão volta ao Sol: "retry ou stop" com 0,49. O log de sessão registra cada decisão com a ação, a probabilidade e se foi resolvida em código ou escalada, o que ajuda a auditar e depurar.
Para o trabalho pesado, o principal dispara subagentes em paralelo, com limite de threads. O Worker edita arquivos e roda testes. O Explorer lê o código e o Researcher busca documentação, ambos com modelos menores e mais baratos. Os resultados voltam para a revisão final, em que o principal revisa e verifica antes de entregar.
O arquiteto é um consultor sob demanda: aconselha só em três momentos (antes do plano, quando um erro se repete e antes de concluir), lendo plano, diff e erros. Quem aplica a revisão é sempre o Sol, nunca o arquiteto, que não escreve código. Isso mantém o custo baixo.
- Papéis divididos por custo e capacidade.
- Decisões de rotina rodam em código; só as incertas escalam.
- Cada decisão fica registrada com sua probabilidade.